Editor e fundador do Ágora do Pensamento
CRISES DOS CEMITÉRIOS
Há muito tempo a forma como a humanidade enterra seus mortos vem apresentando sérios problemas, como a contaminação ambiental resultante da decomposição o que leva uma série de doenças à população.
Com o aumento populacional o costume de enterrar mortos vem tornando-se uma crise emergente preste a estourar.
Sendo o principal método utilizado, por razões tradicionais e de viabilidade, tendo em vista que métodos alternativos, como cremação, são mais caros, sendo assim menos populares apesar de serem menos agressivos ao meio ambiente e à população.
Gostando ou não, o fato é que atualmente os cemitérios ocupam uma boa área útil das cidades que poderiam ser utilizadas em algo mais útil em prol da sociedade, cemitérios são verdadeiros volumes mortos que além de não agregar em nada causam prejuízos.
E se nada for feito a bolha vai estourar e não se terá mais lugar para enterros, considerando-se o aumento populacional progressivo.
Não resta dúvidas, é necessário buscar soluções para esta crise.
O primeiro o óbvio, é fundamental desenvolver cemitérios sustentáveis, isto significa impedir que restos mortais, como o necrochorume, de contaminar o lençol freático.





